Crônica - escrito por Cecilia Luiza Augusto - Grupo 5
Que alívio!
De repente abre os olhos, tudo era muito estranho, e sombrio, ninguém em casa, consultou o relógio... meia noite , soou o sino , que lugar era aquele , não sabia o que estava acontecendo , caminha até a porta do quarto , e quando destranca-a que horror ! Havia uma mulher caída, era conhecida: Que desgraça! Correu os olhos em torno, ficou muito assustado, mas por outro lado ficou aliviado em ver a sogra caída, foi então que correu para pegar o telefone, mas ligar para quem? Então ligou para a central da polícia para avisar que a sogra estava morta, mas antes ela já havia matado a todos os parentes. Ela não tinha que dividir a grana que ganhara na loteria, só que não aguentou de emoção, de ficar com a grana toda só para ela; a desgraçada enfartou .Ficou rico!
Que alívio!
De repente abre os olhos, tudo era muito estranho, e sombrio, ninguém em casa, consultou o relógio... meia noite , soou o sino , que lugar era aquele , não sabia o que estava acontecendo , caminha até a porta do quarto , e quando destranca-a que horror ! Havia uma mulher caída, era conhecida: Que desgraça! Correu os olhos em torno, ficou muito assustado, mas por outro lado ficou aliviado em ver a sogra caída, foi então que correu para pegar o telefone, mas ligar para quem? Então ligou para a central da polícia para avisar que a sogra estava morta, mas antes ela já havia matado a todos os parentes. Ela não tinha que dividir a grana que ganhara na loteria, só que não aguentou de emoção, de ficar com a grana toda só para ela; a desgraçada enfartou .Ficou rico!
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